
Parlamentares evangelicos realizaram, nesta tarde de quarta-feira, em frente ao Congresso Nacional, um ato de protesto contra a aprovação do Projeto de Lei 122, que torna crime a discriminação contra homossexuais. Um dos manifestantes, o pastor Jabes de Alencar, da Assembléia de Deus, gritava há pouco na porta do Congresso:
- Senhor, sabemos que há uma maquinação para que este País seja transformado numa Sodoma e Gomorra. Um projeto desses vai abrir as portas do inferno.
O deputado Bispo Rodovalho (DEM-DF), um dos líderes da manifestação, afirma que “o problema da discriminação não atinge só os homossexuais, mas também os negros, as mulheres, até mesmo nós evangélicos”. Rodovalho diz ainda que o PL 122 “dá poderes ditatoriais a uma minoria”. O projeto de lei 122 tipifica o preconceito contra homossexuais como crime comum, e não como crime hediondo. Em caso de condenação, as penas variam entre seis meses e cinco anos de prisão e são inafiançáveis.
(Este Blog, com Blog do Noblat e Rádio O POVO/CBN)
DETALHE - Há um cearense engajado nessa luta. É o pastor da Assembléia de Deus e deputado federal Pedro Ribeiro (PMDB), que assumiu recentemente vaga de José Pimentel (PT), que foi nomeado ministro da Previdência Social.
- Senhor, sabemos que há uma maquinação para que este País seja transformado numa Sodoma e Gomorra. Um projeto desses vai abrir as portas do inferno.
O deputado Bispo Rodovalho (DEM-DF), um dos líderes da manifestação, afirma que “o problema da discriminação não atinge só os homossexuais, mas também os negros, as mulheres, até mesmo nós evangélicos”. Rodovalho diz ainda que o PL 122 “dá poderes ditatoriais a uma minoria”. O projeto de lei 122 tipifica o preconceito contra homossexuais como crime comum, e não como crime hediondo. Em caso de condenação, as penas variam entre seis meses e cinco anos de prisão e são inafiançáveis.
(Este Blog, com Blog do Noblat e Rádio O POVO/CBN)
DETALHE - Há um cearense engajado nessa luta. É o pastor da Assembléia de Deus e deputado federal Pedro Ribeiro (PMDB), que assumiu recentemente vaga de José Pimentel (PT), que foi nomeado ministro da Previdência Social.
Queria só ver esse deputado domingo, na Beira Mar. Ele ia ter um catiripapo. kkkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluiré um demente!
ResponderExcluirSenhor, tenha piedade de nós!
Lembrando aos evangélicos: só DEUS pode julgar! Por isso, tratem de respeitar as pessoas.
Andréa
Este projeto de lei realmente é muito sutil...é preciso abrir o olho!
ResponderExcluirMas acho que os nobres deputados deveriam também se empenhar em outras coisas que tbm merece a devida importância...existe um pouco de demagogia tbm....
É para ficar atento. Essa lei permite que comentários sobre homossexualidade sejam considerados discriminatórios. Assim, qualquer dogma de fé, como os da bíblia, que condena a homossexualidade pode ser interpretado pelos homens como uma discriminação. Aí é que aparece o conflito que os evangélicos foram mostrar ao congresso. Uma lei pode restringir uma pessoa de sua fé? Não foram lá protestar contra os homossexuais, mas contra essa lei que torna a bíblia um livro fora da lei. Mas se um livro for considerado fora da lei, então não há liberdade de expressão, se o livro for religioso, então além de reprimida a liberdade de expressão a lei que torna o livro ilegal demonstra que o estado não é leigo, que de alguma forma tem uma posição religiosa, pois impede que uma determinada religião, entenda por religião o cristianismo e não a classe evangélica, que faz parte do cristianismo, exista legalmente. Finalizando esta falação, é legal uma lei que elimina a liberdade de fé de uma pessoa? Sabendo que essa liberdade de fé é garantida pela constituição?
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