De tão longe vem o navegante. No caminho, procelas e frio, fome e esperas. Agora, o deserto de neve oferece-lhe a visão do jardim de dez princesas.
Sonha, tomado pelos ventos e a muita adversidade? Não tem a agudeza de Aquiles para livrar-se do canto mágico. Delira, sente o fogo de mãos a aquecê-lo. Sedento, bebe o beijo de uma que o abraça. Alcança-lhe os seios, quais timão que dirigir. Quer navegar os promontórios de seu corpo. Abraça-a com mais e mais esforço, qual hábil capitão; guia a nave do amor.
Um pouco desfalece, sabe que chegou ao lago sagrado. Depois a visão desvanece, já não acha o corpo, seios que beijar. Continua a navegar.
Esse colírio, no entanto, precisa cada um (a) de um cartão de crédito, ou seja, não é pro bico de gente como nós. Pobres, não de alma, mas de grana para satisfazer a essas beldades.
Eliomar,
ResponderExcluirNão nos deixeis cair em tentação.
Amém!
De tão longe vem o navegante. No caminho, procelas e frio, fome e esperas. Agora, o deserto de neve oferece-lhe a visão do jardim de dez princesas.
ResponderExcluirSonha, tomado pelos ventos e a muita adversidade? Não tem a agudeza de Aquiles para livrar-se do canto mágico. Delira, sente o fogo de mãos a aquecê-lo. Sedento, bebe o beijo de uma que o abraça. Alcança-lhe os seios, quais timão que dirigir. Quer navegar os promontórios de seu corpo. Abraça-a com mais e mais esforço, qual hábil capitão; guia a nave do amor.
Um pouco desfalece, sabe que chegou ao lago sagrado. Depois a visão desvanece, já não acha o corpo, seios que beijar. Continua a navegar.
Esse colírio, no entanto, precisa cada um (a) de um cartão de crédito, ou seja, não é pro bico de gente como nós. Pobres, não de alma, mas de grana para satisfazer a essas beldades.
ResponderExcluirCÉLIO,MEU FILHO,MANERA,MANERA!!!VOCÊ ME DEIXOU EXCITADO!!!rsrsrsrs
ResponderExcluir