
"O sociólogo e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi selecionado como um dos 100 intelectuais públicos mais importantes da atualidade, em uma lista divulgada nesta quinta-feira pela revista americana Prospect. A lista é ponto de partida para uma votação em que o público poderá selecionar os cinco nomes que consideram os mais importantes. Com base nos resultados, a revista criará um ranking dos principais intelectuais por ordem de importância. Segundo a publicação, a escolha dos candidatos foi feita com base em "critérios simples": os intelectuais tinham que estar vivos e ativos na vida pública. Além disso, deveriam demonstrar excelência na sua área de atuação e habilidade em influenciar debates internacionais. FHC foi o único brasileiro escolhido pela Prospect para integrar a lista dos candidatos. A relação inclui ainda nomes como o lingüista Noam Chomsky, o Papa Bento 16, o semiólogo italiano Umberto Eco, o ex-vice-presidente dos EUA e hoje ativista ambiental Al Gore, o filósofo alemão Jürgen Habermas, o ex-presidenciável peruano Mario Vargas Llosa, entre outras personalidades. A votação para a escolha deste ano se encerra no dia 15 de maio. Os resultados estarão disponíveis online a partir de 23 de junho e serão divulgados na edição de julho da revista."
(Portal IG)
Ai, que saudade do tempo em que a gente tinha um presidente alfabetizado, que não fazia vergonha nos discursos, que não falava besteira, que não cometia gafes...
ResponderExcluirE não andava mal-acompanhado com tiranetes, nem baixava a cabeça pra cocaleiros, nem reverenciava tiranos como Fidel...
E que nunca falou que não via nada, não sabia de nada...
E que não passava a mão na cabeça de meliante, não homenageava a ladrão em discurso, nem relativizava o crime...
VADE RETRO!
ResponderExcluirAi, que saudade do tempo em que a gente tinha um presidente que privatizava (entregava) o patrimônio do povo com financiamentos generosos do BNDS, que socorria os coitadinhos dos banqueiros com programas do Proer, que comprava deputados para aumentar seu reinado, mudando a constituição, que democratizou o jantar a luz de vela deixando o país no apagão, que nomeava presidente de banco estatal (BNB) para fazer carinho nos funcionários, que barrava todo tipo de CPI...
ResponderExcluirÉ uma assumidade. Esbanja arrogância. Trata os outros como se estivessem à léguas de distância. Reparem:
ResponderExcluirColuna do Cláudio Humberto: 25/04/2008 | 0:00
Sem aplauso
FHC não aplaudiu o discurso do presidente da OAB, Cezar Britto, na posse do presidente do STF, ministro Gilmar Mendes. Achou-o "tosco".