
Vinde a mim...
O governador Cid Gomes (PSB) vai comandar neste quinta e sexta-feira um encontrarão com todos os prefeitos eleitos e reeleitos. A partir das 9 horas, no Hotel Vila Galé, em Fortaleza, ocasião em que ele fará a abertura do evento expondo os principais projetos do Estado para 2009.
A idéia de Cid Gomes é integração com todos e apostar na qualidade das obras e serviços da administração. Todo o secretariado estadual participará do encontrão e se coloicará à disposição dos prefeitos eleitos e reeleitos para apresentar projetos e definir ações futuras, segundo a assessoria do Palácio Iracema.
VAMOS NÓS - Cid Gomes, pelo visto, quer reeditar no Estado uma espécie de União pelo Ceará. Ou estamos enganados?
Discurso proferido em sessão plenária da Câmara dos Deputados (CD), em 26 de novembro de 2008.
ResponderExcluirO SR. LEO ALCÂNTARA (PR - CE) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras Deputadas e Senhores Deputados, a justiça tarda, mas não falta. Esse ditado foi usado, de forma mais do que apropriada, pelo ex-Governador do Ceará, Lúcio Alcântara em seu diário online, onde cita o Estudo Contas Regionais 2006, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado no último 14 de novembro. Os dados positivos são exatamente do período em que Lúcio Alcântara governou o Ceará.
Em 2006, nosso Estado teve o melhor desempenho dentre as 27 unidades da Federação. Cresceu 8%, o dobro do Brasil, mais um recorde do Governo Lúcio Alcântara. O Ceará foi destaque em todos os setores econômicos: agropecuária (35,5%), indústria (5,3%) e serviços (6,5%). O crescimento da economia cearense - Produto Interno Bruto (PIB), a preços de mercado (que inclui impostos menos subsídios) - superou o do Brasil (4%) e o do Nordeste (4,8%). Em valores, o PIB cearense foi de R$ 46,310 bilhões (2% do PIB nacional) e um PIB per capita de R$ 5.636. Com o 12º maior PIB do País na série (2002-2006), o Estado apresentou o 15º maior crescimento em volume (18,5%).
O crescimento de 35,5% da agropecuária cearense representou um incremento de aproximadamente 1,3% na participação do setor no total do valor adicionado do Estado, e de 0,6% na atividade agropecuária brasileira. Segundo avaliação do próprio IBGE, o avanço da agropecuária cearense deveu-se a programas de incentivo, que garantiram renda mínima para pequenos agricultores, além do melhoramento de técnicas e genética. O Ceará também foi favorecido por uma safra recorde de grãos e um bom cenário econômico brasileiro.
O setor industrial cresceu 5,3%, em 2006. A atividade que mais contribuiu para este resultado foi construção civil (12,4%), alta explicada, em parte, pelo aumento de obras privadas, associado à redução da taxa de juros básicos (Selic), maior disponibilidade de recursos para financiar a aquisição de imóveis à população, além da recuperação na renda pessoal que influenciam positivamente as pequenas construções e reformas em residências. Os serviços cresceram 6,5% em relação a 2005. A atividade de comércio e serviços de manutenção e reparação apresentaram crescimento de 12,1%.
De acordo com o Estudo do IBGE, referente a concentração de renda ainda registrada em nosso País, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Distrito Federal concentram quase 80% do PIB brasileiro. O Estado de São Paulo respondeu sozinho por 33,87% da economia nacional, com um PIB de R$ 802,5 bilhões. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro e Minas Gerais, com R$ 275,3 bilhões (11,6%) e R$ 214,8 bilhões (9,1%), respectivamente. Rio Grande do Sul e Paraná completam a lista dos Estados cujas economias ultrapassaram R$ 100 bilhões. Considerando somente a região Nordeste, o ranking é liderado por Bahia (R$ 82,5 bilhões) e Pernambuco (R$ 47,6 bilhões), acima do Ceará (R$ 46,3 bilhões).
O Distrito Federal continua tendo o maior PIB per capita do País (R$ 37.600), quase o triplo da média nacional (R$ 12.688), e ainda bem à frente de São Paulo (R$ 19.548) e Rio (R$ 17.695), segundo e terceiro colocados na lista. Na outra ponta, os Estados com os piores PIBs per capita são Piauí (R$ 4.213), Maranhão (R$ 4.628) e Alagoas (R$ 5.164). Mesmo com os avanços ano a ano, o Ceará participou com apenas 2% do PIB brasileiro, em 2006. Entre as 27 unidades da federação, ocupa a 12ª colocação, a mesma do ano anterior, quando representava 1,97% do total.
Sabemos que ainda há muito a ser feito. No entanto, esse estudo certamente levará a refletir os críticos de plantão que, declaravam à época, por pura oposição infundada, que o Governo Lúcio Alcântara não saía da primeira marcha....
Talvez, quem sabe, já vislumbrassem que o Ceará do Governador Lúcio Alcântara não sairia da primeira colocação nacional, no registro de recordes positivos.
Era o que tinha a dizer.
Muito obrigado.
MUITO BONITO AGORA PELO FILHOTE DO LUCIO ALCANTARA. SERIA INTERESSANTE SABER COMO FOI O ESQUEMA DA EMPRESA QUE PRESTAVA SERVIÇOS NOS PRESÍDIOS, QUE TAL HEIN??? E O CALOTE DADO NO BANCO DO BRASIL, HEIN????
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